A igreja não está no mundo para condenar, mas para permitir o encontro com aquele amor visceral que é a misericórdia de Deus. 
Para que isso aconteça, tenho repetido muitas vezes, é necessário sair. Sair das igrejas e das paróquias, sair e ir procurar as pessoas lá onde elas vivem, onde sofrem, onde esperam. O hospital de campanha, a imagem com a qual gosto de descrever esta “igreja em saída”, tem a característica de estar onde se combate: não é a estrutura sólida, dotqda de tudo, aonde se vai para curarbas pequenas e grandes doenças. É uma estrutura móvel, de primeiros-socorros, de pronto atendimento, para evitar que os combatentes morram. Ali se pratica a medicina de urgência, não se fazem check-ups especializados. Espero que o Jubileu Extraordinário da misericórdia faça emergir cada vez mais o rosto de uma Igreja que redescobre as entranhas maternas da misericórdia e que vai ao encontro de tantos “feridos” necessitados de escuta, compreensão, perdão e amor.

Papa Francisco

Livro: O nome de Deus é misericórdia, pag. 86

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